Plataformas de delivery
Entrega porta a porta, último trecho, estoque e marketplace de frete.
Entrega · Jornada · Vida digital
Tem operação que o seguro tradicional não acompanha no mesmo ritmo. Entrega, corrida, carteira digital e o dia de quem trabalha na rua pedem uma proteção desenhada para a jornada.
A Setor Seguro organiza essa conversa para plataformas, logtechs, fintechs e para o profissional. A aceitação, o limite e a vigência saem na proposta.

O pedido pode vir da empresa que opera a plataforma ou de quem está na rua. Os dois olhares entram na mesma cotação quando a operação pedir.
Entrega porta a porta, último trecho, estoque e marketplace de frete.
Corrida urbana, carro compartilhado, táxi, van, fretamento e viagem mais longa.
Quem organiza a entrega e precisa olhar o profissional e o que vai dentro do veículo.
Banco digital, meio de pagamento, cartão e carteira que quer proteger a vida financeira do cliente.
Quem faz a jornada e quer consultar proteção para o trajeto, a renda e o aparelho de trabalho.
Profissionais cuja atividade acontece fora da sede e no horário da prestação.
Não são o seguro de carga tradicional nem o celular de prateleira. Cada um olha um pedaço da operação. Nenhum está garantido só por aparecer aqui.
A proteção pode começar quando a corrida ou a entrega começa e terminar quando ela acaba. Ligar e desligar no trajeto depende do produto aceito. Não há emissão automática.
No último trecho, dá para analisar juntas a proteção de quem entrega e a da mercadoria, da coleta até as mãos de quem recebe. Uma não substitui a outra.
Pensada para carga pequena. Os eventos mais consultados são furto qualificado, roubo e dano por acidente no trajeto. A nota da mercadoria pode ser pedida num sinistro. Carga com averbação continua no seguro de transporte.
Para o item que viaja dentro do veículo, a pedido de quem usa um aplicativo ou um serviço de entrega. Quando a cobertura existe, ela vale durante o deslocamento. Furto simples, perda e extravio costumam ficar de fora.
Para entregador, motorista e prestador. Em produtos de jornada, o acidente pode estar coberto só durante a atividade, e não em qualquer hora do mês. Morte acidental, invalidez, despesas médicas, diárias e auxílio funeral entram conforme a apólice. A visão geral está em acidentes pessoais.
Auxílio quando a pessoa não consegue trabalhar porque o veículo ou o aparelho da atividade foi roubado, furtado ou, no caso do veículo, ficou parado por uma colisão coberta. Há produtos que também olham a ida e a volta para devolver um bem esquecido no carro. Não é salário garantido.
Para quem oferece conta, cartão ou carteira. Pode analisar transação não reconhecida, operação sob coação e uso indevido do cartão, além de situações ligadas a um saque. Não cobre qualquer PIX nem substitui o controle da própria instituição.
Orientação por vídeo, para adulto e para criança, quando o produto inclui essa assistência. Receita, horário e quantidade de consultas dependem do serviço. Não substitui plano de saúde.
Celular, tablet, notebook, fone, relógio inteligente e videogame. Roubo qualificado, quebra de vidro e dano por líquido aparecem em alguns produtos. Furto simples e esquecimento, em geral, não. O aparelho do dia a dia também pode ser cotado em seguro celular.
Para o carro próprio ou alugado usado na atividade, quando o seguro do veículo já tem franquia. A indenização dessa franquia é outro produto. O caminho está em seguro franquia.
Para o aplicativo que quer oferecer seguro na jornada do próprio cliente, em delivery, mobilidade ou serviço financeiro. A integração pode começar por sistema ou por arquivo. A Setor Seguro conduz a conversa. A emissão segue a aceitação.
Limites, franquias, carências e exclusões mudam conforme o produto. Aparecer nesta página não significa que a operação já está coberta, nem que toda modalidade cabe na mesma apólice.
As duas formas podem ser estudadas. Nenhuma delas significa bilhete automático, preço por corrida publicado ou inclusão ilimitada de profissionais.
Faz sentido quando a exposição nasce e morre com o trajeto: uma entrega, uma corrida, uma encomenda dentro do veículo. A vigência acompanha essa janela, se o produto for desenhado assim.
Faz sentido quando a pessoa, o aparelho ou a carteira precisam de proteção fora de uma corrida específica. Celular, telemedicina e alguns acidentes pessoais seguem essa lógica.
A proposta é consultiva. Primeiro a operação, depois o produto que a seguradora aceita.
Diga se é delivery, mobilidade, marketplace ou serviço financeiro, e quem está exposto: a empresa, o profissional ou o cliente final.
Pessoa no trajeto, mercadoria, bagagem, renda parada, aparelho ou carteira. Cada um pode pedir um produto diferente.
A equipe verifica aceitação, vigência, limite e o que fica de fora. Integração com a plataforma só entra se fizer sentido para os dois lados.
Depois da contratação, a vigência é a que estiver escrita: uma jornada, um período ou a combinação que foi aceita.
A cotação passa pelas parceiras da Setor Seguro. O tipo de proteção e a aceitação são confirmados na proposta, não pelo logotipo exibido aqui.
Cotação consultiva
Conte as jornadas, o que vai no veículo e se a conversa é da plataforma ou de quem trabalha nela.

Algumas necessidades já têm uma cotação própria. Se a operação for carga tradicional, aparelho ou franquia do auto, comece por elas.
É a consulta de uma proteção que pode valer só enquanto a corrida, a entrega ou o deslocamento acontece. Ligar e desligar no trajeto depende do produto aceito. Não há emissão automática nesta página.
Pode ser analisado junto. Uma parte olha a pessoa no trajeto. A outra olha a mercadoria, em geral contra furto qualificado, roubo e dano por acidente, até a entrega. São coberturas diferentes e os limites saem na proposta.
Não necessariamente. A entrega protegida costuma ser pensada para carga pequena de último trecho. Embarque tradicional, com averbação e apólice de transportador, continua no seguro de transporte. A Setor Seguro separa os dois na cotação.
Depende do produto. Em proteções de jornada, o acidente pessoal pode valer só durante o trajeto da atividade, e não em qualquer hora do mês. A vigência fica escrita na apólice.
É um auxílio para quem fica sem conseguir trabalhar porque o veículo ou o aparelho usado na atividade sofreu um evento coberto, como roubo, furto qualificado ou uma colisão que tira o veículo de circulação. Diárias, franquia e carência variam. Não é salário garantido.
Não. Alguns produtos analisam transações não reconhecidas, operações sob coação ou o uso indevido do cartão. O que entra, o limite e as exclusões dependem da contratação. Não é uma garantia sobre toda movimentação da conta.
Não. A telemedicina, quando disponível, é uma assistência de orientação por vídeo. Rede, internação e os demais atendimentos de um plano de saúde são outro produto.
Conte o que a operação faz, quantas jornadas acontecem e o que precisa proteger: pessoa, mercadoria, bagagem, renda, aparelho ou carteira. O WhatsApp da Setor Seguro recebe esse pedido. A proposta depende da análise.